"Assim como o amor e a música, o xadrez tem o poder de tornar os homens felizes." (Tarrash)

sábado, 22 de julho de 2006


Esse negócio de blog tá mesmo na moda, conheço tanta gente que tem que só vendo! E no mais, dependendo do assunto que você digita na busca do Google aparece como link... um blog! Isso mesmo, o blog é bom por isso mesmo, dá para falar de tudo e de todos! Democrático que só ele. Já que é assim, também quero o meu! * risos*

A idéia aqui é simples: falar sobre xadrez. E não vem me falar que é difícil porque não é. Falar não é nada, quero ver é jogar xadrez! Mas como vou falar, meu jogo está poupado. Sorte minha.

Quero trazer aqui algumas coisas que leio e gosto sobre xadrez e que penso também. Já tive a fase de escrever crônicas, ainda persisto na de entrevistas, mas um blog combina mais comigo porque acaba parecendo um papo com todo mundo e com ninguém ao mesmo tempo. O que quero mesmo e não perder essa vontade de viver o xadrez de todas as maneiras possíveis, seja jogando, seja falando sobre ele, estudando, pensando na amplitude de possibilidades que ele nos coloca... Não sei se conseguirei alcançar meu objetivo, de falar as coisas que penso e demonstrar a paixão que tenho. Mas que fiquem claras minhas boas intenções!

Não aceito sugestões. O blog é meu, não é?! Então vou falar o que eu quiser mesmo. Aceito comentários, serão muito bem vindos.

Esta é minha breve apresentação, bem improvisada. Blog é bom por isso também, não precisa ficar relendo para ver se está bom e gramaticalmente correto. A informalidade dá uma liberdade que só ela! Vamos ver no que isso vai dar.

7 comentários:

AltamiroJr disse...

Gostei muito do seu blog. Vou ficar esperando novas publicações suas. Só acho que os GM do Brasil não têm as mesmas oportunidades que os GM do exterior.

Sei que não é muito interessante, mas sou de Januária/MG e, juntamente com alguns amigos, temos feito o possível pelo xadrez. No próximo dia 20 de agosto, estaremos promovendo um torneio, com uma categoria especial para estudantes.

O projeto é meio caipira, mas a gente faz o que pode.

Boa sorte!

Resende disse...

OLá Taís!

Sempre gostei do seu texto. Posso não concordar com tudo mas serei um leitor assíduo de seu blog. Go ahead!
MI Antonio Carlos de Resende

Enxadrista disse...

Olá!

Tenho acompanhado há algum tempo seus escritos na Internet/Revista Xadrez.
Sei que escreve ou escreveu crônicas, que faz entrevistas e agora redige também nesse blog.
Uma pergunta: você estuda Jornalismo?
Se não estuda, acho que seria uma profissão ideal (para você), embora para falar sobre um assunto específico, como comentar sobre xadrez, não seja imprescindível ser jornalista de formação.
Bom, escrevi esse comentário para "matar" essa curiosidade.
É isso! Parabéns por promover o xadrez! Até mais!

Besteiras disse...

Taís, a verdade é que as pessoas muitas vezes são levadas a fazer um juízo negativo das coisas, levadas apenas pelas aparências superficiais. Levadas pelo grave erro de não fazer uma análize aprofundada daquele objeto de análise, do qual são emitidas opiniões, na maior parte daz vezes, preconceituosas. Levemos em consideração, como objeto de análise, o seguinte fragmento, extraído do texto que você escreveu: "Henrique Mecking escreveu " Como Jesus salvou minha vida". Sem comentários".
De acordo com o meu ângulo de visão, vejo da sua parte, um certo preconceito em relação a Mecking, talvez pelo fato dele não ser tão normal quanto aos outros GMs, aos quais você se referiu de forma muito mais elogiosa e amistosa, e também pelo fato dele pregar a religião. As pessoas religiosas sofrem um certo preconceito. Acho que no caso de Mequinho (e não somente no dele), devemos ter um pouco mais de respeito. O cara esteve a beira da morte. Os próprios médicos diziam que ele tinha pouco tempo de vida, e de repente o cara nocalteou aquela doença, acreditando que foi um milagre de Deus, numa circunstãncia que acho que até eu seria levado a acreditar, aliás, não duvido que possa realmente ter sido um milagre de Deus. Mais uma vez repito: o cara esteve a beira da morte, e de repente se viu curado, sem contar que ele é teólogo, e você gostaria que ele escrevesse sobre o quê? Um manual de como fazer uma mulher feliz na cama em 10 lições?
Abandonou o xadrez durante uma eternidade, dedicando-se exclusivamente a religião. Portanto, não se poderia exigir que ele tivesse escrito algo sobre xadrez, principalmente quando exige-se que seja algo de alto nível e de qualidade, e não um livro para principiantes, como Xeque Mate, do Milos, que aliás, acho que você nem deveria ter citado, dizendo ainda que ele fez a parte dele. Ele teria feito a parte dele, se tivesse escrito algo de alto nível, a altura de um Grande Mestre, e não um livro para principiantes, que aliás, ainda foi feito em parceria com o Davi D,Israel. Deixemos esses livros para um capivara como eu escrever. Após um longuíssimo período de penduramento de chuteiras, o Mequinho está mesmo é lutando para se reerguer como jogador primeiramente, e ganhar dindim, pois ele não é mais tão novo, e precisa depositar alguns reais na conta bancária e garantir a aposentadoria no futuro. Nesta fase, acho que ele escreverá algo sobre xadrez.

Um abraço!

fonseca disse...

muito interessante essa sua zona, parecido com as coisas que o chorinho incentiva, discussão, balburdia, algaravia...

acho-te brasileira demais oh enxadrista!

talvez dai q te admiro!!!

prm disse...

realmente o xadrez e imenso abrange varias áreas alem do jogo 'e uma pena naun sem forte em nosso pais mas aqueles que o amam Vaz acontecer assim ele sobrevive no Brasil
obrigado

PC disse...

Cara Taís,

Esse realmente é o espírito da coisa! ... Gerar discussões para um crescimento maior da opinião brasileira sobre xadrez, doa a quem doer, desde capivaras a grandes mestres. Ver de todos os ângulos possíveis opiniões, dúvidas e conceitos, protestos e elogios, descobrir preconceitos e ilusões, filosofias e incentivos. Saber que existem pessoas que se interessam pelo xadrez em diversos graus e jeitos! Alguns comentários são bons, outros são maus, outros são sinceros e diretos, beirando a cara de pau. Uns comentários são conscientes e outros são confusos, uns até indecentes, porém da confusão nasce a clareza, como fez Emanuel Lévinas, o filósofo da provocação, do debate e da subversão! A ética de Lévinas é irrefutável, corajosa, inalienável, que grita a todos os pulmões: "Desafiem-me, critiquem-me, reajam a mim!"

Beijão,

PC2009